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9/14/12

Light, Colors and Geometrics

This Collection is about Light, Color, Geometric, Photo, Rainbow, Shapes and Forms.
From cd´s to geometric color patterns.
Using the reflected rainbow from a cd... one night at the office...,the colors seemed so interesting for a number of photos. 
CD´s, Peace,Happiness, Art, Friends and a lot of inspiration!







From cd covers to geometric color patterns.


Its a pleasure to share my art point of view. Hope you like it!

This works are available for canvas or paper printing. 

+351 917143167
ribazzart@gmail.com

5/23/12

Stone gargoyles collection - photo art digital composition








Mosteiro de Santa Maria de Vitória, Batalha - Portugal

Mosteiro Santa Maria da Vitória, more commonly known as the Batalha Monastery, is a Dominican convent in Batalha, in the District of LeiriaPortugal. It is one of the best and original examples of Late Gothic architecture in Portugal, intermingled with the Manuelinestyle.

9/1/11

A OBRA DE ARTE NA ERA DA SUA REPRODUTIBILIDADE DIGITAL (I)

A OBRA DE ARTE NA ERA DA SUA REPRODUTIBILIDADE DIGITAL (I)

AUGUSTO M. SEABRA

2011-04-04




“O museu [para] Valéry [e] Proust” é um texto de Adorno, incluído na colectânea “Prismas”, em que ele analisa as antitéticas posições dos dois escritores franceses, o crítico e o defensor da instituição “museal”.

Num texto que justamente se intitula “Le problème des musées”, incluído nas “Pièces sur l’art”, Valéry, em nome do carácter raro e único de uma obra de arte – antecipando-se ao conceito de “aura” em Benjamin – faz uma diatribe contra o princípio da sua acumulação, pois que quanto mais admirável fosse uma obra mais a percepção e fruição das suas características se dissipariam nessa acumulação, uma obra fazendo perecer outra ao lado. Para ele, escreve Adorno, “a duração da obra individual é o problema crucial”. Na sua perspectiva, que se poderá considerar aristocrática, Valéry não deixa de suscitar uma importante questão: a da “reificação e neutralização” da obra pela instituição.

Proust, pelo contrário, em várias passagens de “Em Busca do Tempo Perdido”, exalta a fruição das obras que os museus propiciam. Escreve Adorno: “Proust, o romancista, começa virtualmente onde Valéry, o poeta, pára – com a posteridade da obra de arte. A relação primordial de Proust com a arte é a precisamente oposta à do especialista e do produtor. Antes de mais ele é um consumidor admirativo, um amador [aquele que ama]”.

Adorno ilumina assim uma persistente antítese entre a dúvida perante o museu e a sua exaltação, mas também entre o criador e o fruidor, o produtor e o receptor, entre a singularidade da obra e a sua posteridade, a vida própria da arte e o seu enclausuramento.

Mas enuncia ele na abertura do texto: “A palavra alemã ‘museal’ (‘museulike’) tem acentos desagradáveis. Refere-se a objectos com os quais o observador já não tem uma relação vital e que estão em processo de morte, devendo a sua preservação mais ao respeito histórico que à necessidade do presente. Museus e mausoléus estão ligados por mais que a associação fonética. Os museus são como que o sepulcro familiar das obras de arte. Eles atestam a neutralização da cultura. Tesouros da cultura estão armazenados neles, e o seu valor de mercado não deixa espaço para o prazer de os contemplar. Todavia esse prazer está dependente da existência deles. Qualquer pessoa que não tenha a sua própria colecção pode em geral tornar-se familiar com a pintura e a escultura apenas em museus”.

Evoquemos então outra abertura de um texto, o célebre e fundamental “O Museu Imaginário” de André Malraux: “Um crucifixo românico não era, de início, uma escultura; a ‘Madona’ de Cimabue não era, de início, um quadro; nem sequer a ‘Atena’ de Fídias era, de início, uma estátua. O papel do museu na nossa relação com as obras de arte é tão considerável que temos dificuldade em pensar que ele não existe, nunca existiu, onde a civilização da Europa moderna é ou foi ignorada. O século XIX viveu dos museus: ainda vivemos deles, e esquecemos que impuseram ao espectador uma relação totalmente nova com a obra de arte. Contribuíram para libertar da sua função as obras de arte que reuniam, para transformar em quadros até mesmo os retratos”. Sublinhe-se bem a premissa de Malraux, de resto metodicamente explanada ao longo do livro – os museus impuseram uma relação nova com as obras, transformando-as em Arte.

Com essas premissas, o postulado de Malraux é todavia mais lato e também controverso, sendo liminarmente exposto no parágrafo final da Introdução: “Na verdade, criou-se um Museu imaginário, que vai aprofundar o incompleto confronto [um confronto de metamorfoses] imposto pelos verdadeiros museus: respondendo ao apelo por estes lançado, as artes plásticas inventaram a sua imprensa”.

Esta análise contrapõe-se à consideração por Walter Benjamin no seu célebre texto “A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica” do desencantamento da obra, do seu “hic et nunc”, da aura, de um declínio suscitado pelas possibilidades fotográficas, como ele já apontava em “Pequena História da Fotografia” – “O conceito de aura permite reunir essas características: o que se atrofia na era da reprodutibilidade técnica é a sua aura”, característica essa que se “poderia definir como a única aparição de uma realidade distante, por mais próximas que estejam”.

É essa característica de uma “distância” que desaparece. “Fazer as coisas ‘ficarem mais próximas’ é uma preocupação tão apaixonada das massas modernas como a sua tendência a superar o carácter único de todos os factos através da sua reprodutibilidade. Cada dia fica mais irresistível a necessidade de possuir o objecto, de tão perto quanto possível, na imagem, ou antes, na sua cópia, na sua reprodução. Cada dia fica mais nítida a diferença entre a reprodução, como nos é oferecida pelas revistas ilustradas e pelas actualidades cinematográficas, e a imagem. Nesta, a unidade e a durabilidade associam-se tão intimamente como, na reprodução, a transitoriedade e a repetibilidade”.

Não por acaso, pôs Benjamin em epígrafe outro texto das “Pièces sur l’art” de Valéry, “La conquête de l’ubiquité”: “As nossas Belas-Artes foram instituídas, e os seus tipos de uso fixados, num tempo bem distinto do nosso, por homens para quem o poder de acção sobre as coisas era insignificante comparado com o que possuímos. Mas o surpreendente crescimento dos nossos meios, a destreza e precisão que atingiram, as ideias e hábitos que introduziram fazem-nos estar certos de mudanças próximas e muito profundas na antiga indústria do Belo. (…) Devemos esperar que grandes novidades transformem toda a técnica das artes, agindo sobre a invenção artística em si, indo talvez mesmo modificar maravilhosamente a própria noção de arte ”.

Citando estes autores, encontramos assim uma série de antíteses fundamentais à recepção da obra de arte no processo começado com a abertura dos museus, muito em particular pela instituição do Louvre, em 1791, pela Convenção revolucionária, até à era da reprodução: obra-museu, distância-proximidade, transitoriedade-posteridade e unicidade-reprodutibilidade. Atender ao debate Valéry-Proust, nos termos analisados por Adorno, e sobretudo ao outro e crucial, Malraux-Benjamin, é assim de primordial importância.

Sucede que entramos numa ainda outra nova era, quando a maior parte dos museus – e dos monumentos também – têm os seus próprios sítios informáticos, estão em linha. É razão para convocar outro texto deveras importante, “Archives of Modern Art” de Hal Foster, incluído em “Design and Crime (and others diatribes)”, que analisa aqueles outros dois debates – é de resto um dos poucos a citar o tão pouco referido ensaio de Adorno – e o fundamental projecto do “Mnemosyne Atlas” de Aby Warburg, para concluir: “Se o velho museu, como imaginado por Baudelaire, Proust e outros era o local para a reanimação mnemónica [de memorização] da arte visual, o novo museu tende a dividir o mnemónico do visual. Cada vez mais a função mnemónica do museu tende para o arquivo electrónico, a que se pode ter acesso quase em toda a parte, enquanto a experiência visual é atributo não só da forma-exposição mas também do museu-edifício como espectáculo – isto é, uma forma que pode circular nos media servindo a qualidade equitativa e cultural capital. Esta imagem é talvez a forma primeira do público de arte hoje”.

São considerações tanto mais premonitórias quando estamos precisamente num momento de viragem do máximo relevo: não só o projecto de Warburg está em linha, www.welib.de/e-entry.htm, como muitos dos mais importantes museus do museu do mundo estão agora em rede no recém-lançado www.googleartproject.com e se anuncia a participação de Serralves e vários outros museus de arte contemporânea numa outra rede incluída na plataforma cultural europeia, www.europeana.eu/portal. É uma viragem que obriga a uma reflexão própria.


Augusto M. Seabra

4/15/10

Amália, rainha do Fado e do povo - pop art ribazz



A grande portuguesa, e também chamada de Rainha do Fado, Amália, mais do que uma mulher fadista, um ícone intemporal.

Amália pop art, é mais um dos meus trabalhos caracterizados pela influência de Andy Warhol e a sua técnica de repetição. Uma das mais conhecidas obras suas é o retrato de Marilyn Monroe.

Na tentativa de dar a "Amália" diferentes tonalidades e cores, procurando mostrar as diversas facetas,as tristezas e alegrias da fadista de Lisboa.

A great portuguese, also called the Queen of Fado, Amália Rodrigues, more than just one singer, a timeless icon.

Amalia pop art, is another of my works characterized by the influence of Andy Warhol and his repetition technique. One of his best known works is the portrait of Marilyn Monroe.

In an attempt to give the "Amalia" different shades and colors, trying to show her different faces, sorrows and joys of Amália.


Amália da Piedade Rodrigues (July 23, 1920 – October 6, 1999), also known as Amália Rodrigues.

She was known as the "Rainha do Fado" ("Queen of Fado") and was most influential in popularizing the fado worldwide. In fact, she was one of the most important figures in the genre’s development, and enjoyed a 40-year recording and stage career. Rodrigues' performances and choice of repertoire pushed fado’s boundaries and helped redefine it and reconfigure it for her and subsequent generations.


11/7/08

New doodles by Ribazz










doodle is a type of sketch, an unfocused drawing made while a person's attention is otherwise occupied. They are simple drawings which can have a meaning, a shape or just irregular forms.

Doodling is mainly made by young people around the world, notably students. This activity is normally made during long or boring classes as the students begin daydreaming or losing interest. They do it mainly on the notebook margins or in the back pages starting as random lines and sketches and then becoming more elaborated.

Doodling can also be made while talking by telephone for a long period of time if a pen and paper are available.

Popular kinds of doodles include cartoon versions of teachers or companions in a school, famous TV or comic characters, invented fictional beings, landscapes, textures, banners with legends, and animations made by drawing a scene sequence in various pages of a book or notebook.

in wikipedia.org

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